O passado é prólogo.
Tudo o que vivemos — dores, encontros, despedidas, amores e cicatrizes — não foi o fim da história.
Foi apenas a introdução do que ainda estamos destinados a viver.
O passado não define o livro inteiro.
Ele apenas escreve as primeiras páginas, molda a tinta da alma e prepara o coração para os capítulos seguintes.
Há memórias que ainda doem como inverno tardio,
mas também existem aprendizados que florescem silenciosamente dentro de nós, como jardins após a tempestade.
Quem vive preso ao passado transforma prólogo em prisão.
Quem compreende sua essência, transforma cicatriz em sabedoria.
Porque a vida continua escrevendo…
e talvez o melhor capítulo ainda nem tenha começado.
Cigana Ro
Enviado por Cigana Ro em 12/05/2026
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